"Nestas impressões sem nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente a minha autobiografia em factos, a minha história sem vida. São as minhas confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer." [livro do desassossego. fernando pessoa]

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

abobrinhas da eng. civil


[lembrei do comentário do anônimo no post sobre a festa^^]

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aqui temos um video-resposta feito pelos alunos 
da biologia tb da Unicamp:


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

um brinde às palavras incompreendidas!

finalmente terminei de ler a insustentável leveza do ser!

:)

E ainda uma coisa: havia um livro aberto sobre a mesa. 
Nesse café ninguem jamais abrira um livro sobre a mesa. 
Para Tereza, o livro era o sinal do reconhecimento 
de uma fraternidade secreta.

Comecei a ler esse livro a uns 2 anos atrás e em outubro resolvi voltar a ler, relendo desde o começo.

A felicidade é a ânsia de repetição


Muito bom mesmo, faz pensar e sentir junto com  os personagens.

Marie-Claude sorriu: - O amor é um combate, vou lutar por muito tempo. 
Até o fim.
- O amor é um combate? Não tenho a menor vontade de lutar - 
disse Franz e saiu.

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~Oi~
Engraçado que é justamente qdo vc mais precisa, ou acha q precisa, é que todo mundo decide 'desaparecer'.
Ou é quando você mais precisa é que percebe a vastidão da solidão que sempre existiu.
Nem é engraçado.

Acho que é por isso q ando procurando livros por todo lado, e seriados... histórias interessantes pra substituir minha própria vida. 

:)

Ou é essa enxaqueca que está acabando comigo msm =/

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4 dias pro The Prodigy, só isso me anima.

domingo, 4 de dezembro de 2011

o guaxinim, o marimbondo e a hipocrisia

o que eu faço em festas além de dançar e beber e passar vergonha???
fico observando td como se estivesse assistindo atraves de uma janela num universo paralelo.
:)


aí eu me vi numa festa cheia de gente desconhecida, o que normalmente é mto bom, mas dessa vez eu tava com uma sensação estranha.

acho que porque além de estranhas, eram pessoas da engenharia.

veja bem, não é preconceito, é conceito formado depois de alguns anos de observação e interação.

estava tocando musiquinha de balada, 10% das pessoas dançando, uns 3% pq realmente estavam curtindo.
ai começa a tocar sertanejo e 100% da festa começa a dançar e cantar super animados.

nisso eu resolvo que preciso de mais bebida, pq né.

depois de muito lutar numa onda de pessoas pra chegar até a cerveja eu vejo q chegou um ~papai noel~
fiquei esperançosa, quem sabe ele ta trazendo presentes (=comida)

cheguei perto do papai noel e ele soh tem um frasco na mão, e vejo as pessoas em volta cheirando a roupa e fico meio QQQQQQ 
[lol sou totalmente n00b nas drogas, mas a questão não é essa.]

fiquei chocada, pq pessoas baforando quimicos e correndo atrás daquele papai noel bizarro realmente não é uma cena bonita, mas também porque me lembrei de confusões recentes no facebook (R.I.P.), onde uma grande maioria de engenheiros (muitas vzs se usando desse 'titulo' pra justificar a propria suposta superioridade) se referia a grupos - basicamente quem apoiava a greve dos funcionarios na Unicamp e quem apoiava os alunos da USP contra a presença da polícia militar no campus -  como maconheiros filhinhos de papai.

maconheiros protestantes 
x 
alcoolatras misoginos que cheiram qlqr coisa desde que de um barato.

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sou mto chata msm.